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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Destroyer

O meu marido tem a capacidade de me pôr odiar coisas que eu achava que gostava. Um dia, estava eu a namorar uns sapatos na montra da Prof, diz: "Essa loja é só para mulheres de futebolistas". Este fim de semana, estava eu a namorar uns sofás pequeninos, mesmo giros para as miúdas, e ele dispara: "Temo que a sala fique parecida com o Portugal dos Pequeninos". Foi o suficiente...

Fnac, um conjunto de gente dada a enganar o consumidor

É possível que tenhamos de falar sobre isto mais vezes:

 

A FNAC é uma dessas empresas com quem uma pessoa assina um contrato pensando que se trata de gente séria e vem a descobrir que do que gostam é de letras pequenas. O meu marido tem um problema com o iPad. Eis o que se passou contado por ele:

 

"AVISO (de um consumidor): os seguros da FNAC não são o que parecem. Ao balcão, depois de uma compra, neste caso um Ipad, o seguro vendido pelo funcionário, contra todos os riscos, incluindo queda acidental, afinal, não pode ser executado. Porquê? Está estragado, visivelmente e em crescendo, mas como funciona, não há lugar ao recurso ao seguro.

Dito de outra forma, como o seguro cobre qualquer risco, mesmo queda acidental, há um incentivo a quem compra para danificar mesmo o aparelho depois de uma queda que, à data de hoje, ainda não impede o seu funcionamento, porque só assim será substituído.

A Fnac engana os clientes e junta ao Ipad um seguro em que as letras muito miudinhas não são dadas a conhecer ao comprador, a seguradora AXA vende um seguro e dará, provavelmente, um fee à FNAC. Depois, uma empresa denominada SPB, que também recebera a sua comissão, faz o contacto com o cliente e explica que não pode ser, o seguro existe, mas não pode ser usado. Ironicamente, a assinatura desta SPB é 'ganhar em proteccção'.

A resposta começa aqui, alertando os compradores de seguros FNAC para as nuances que só só conhecidas por quem as vive, e continuará pelos meios oficiais. Sem danificar o Ipad de forma voluntária e irreversível.

Partilhem este post. É uma questão de serviço público."

 

Como se percebe, o meu gajo é a pessoa sensata desta casa. Eu já os teria insultado telefonicamente e já tinha escrito aqui um post a chamar-lhes de cabrões para baixo. Tenho vontade de lhe dizer para partir o iPad de uma vez para o trocarem mas temo (e acho que temo bem) que nesse momento apareçam ainda mais letrinhas pequeninas. Voltamos a antes de 1986, a antes da CEE, antes da civilização, em que os consumidores eram tratados como se fosse todos tolinhos. E da Fnac... Esperava mais, sinceramente.

Londres, 48 horas

Dormimos, andamos horas em Portobello Road, fomos a livrarias, jantamos no Nobu (oficialmente uma das melhores refeições de todos os meus 35 anos de vida), fomos ver o Picasso à Tate Britain, despedimos o André Villa-Boas (esta parte é ficção*) e compramos chá no Harrods. A seguir, voltamos para Lisboa. Com o sono em dia e cheios de saudades das pequeninas.

 

*pena.

Querido Ricardo Trêpa

Apesar de hoje me teres visto entrar no teu restaurante esbadorida e te ter dito que estava com os meus amigos, apesar de ter corrido o teu restaurante de uma ponta a outra e depois ter saído como se nada fosse, apesar disso e de tão carinhosamente me teres perguntado se eu estava com o Júlio Magalhães (que querido!), não sou maluca. Não é meu hábito entrar em restaurantes da moda perguntando por pessoas que não existem. Se queres saber o que se passou vais ter de falar com o meu gajo, que trocou de restaurante e não me avisou. Não é por mal. É porque acha que ao fim de 8 anos já conseguimos comunicar por telepatia. Big mistake! Toda a gente sabe que isso não acontece antes das bodas de prata.

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