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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Está aberta a votação (2)

Não fiquei nem um bocadinho elucidada quanto às votações. Vocês desculpem lá mas a gravidez faz com que uma pessoa fique mais lenta. Pegar no blogue já existe e acrescentar-lhe um nome não é possível. A não ser que importe tudo e abra um novo. É uma possibilidade! Estou confusa!


Em todo o caso adorei, adorei, adorei, todos os comentários: a ideia de ter um rapaz à terceira, o comentário da Joana a dizer que dois com tão diferença tão pequena é "ligeiramente" complicado (serás a Joana que penso?), a Mil Sorrisos, à Raquel, à Dulce, à tia Almeida, ao Marco (um dia destes mudamos mesmo para o campo e convidamos-te para o churrasco), à Mena, que irei acompanhando ainda com mais atenção porque está prestes a ter um novo rebento, à Mónica... sei lá. Isto parece os Oscares e agora digo: "peço desculpa se me esqueço de algum nome, não é intencional.


 


Tantos miminhos bons!!! Gostei, gostei. E isso para vem de quatro dias sem a sua cria e de um dia a abraçar a sanita e não foi dos enjoos da gravidez, foi mesmo alguma porcaria que comi, ainda sabe melhor.


 


Cá em casa tudo tranquilo...

Bo-la

Apesar de este post se reportar ao sábado passado, que fique registado em acta que se um dia a Mini-Madalena seguir os passos da senhora da foto, a brasileira Marta, isso terá, de certeza, a ver com as tardes que passa no jardim infantil a pedir a todas crianças para jogarem à bola com ela. Ou, quiçá, com o facto de articular tão perfeitamente a palavra "bo-la". Ou com as dicas do pai. E, de certezinha, com o facto de se sentar ao seu colo a ver jogos importantes. "Pá, pá" é madalenês para "passa, passa".

Quero ser como o Cristiano Ronaldo

O efeito de nos dizerem que o nosso posto de trabalho está em risco pode ser muito perverso. Em vez de se querer melhorar a pessoa pode achar que já não vale a pena e cruza os braços à espera do fim. Mas, pela parte que me toca, isto vai ser à Ronaldo: não me vou render.                            


 


 



 



 




O Cardeal está parvo ou faz-se?

Não estou a perceber a que propósito é que o Cardeal Patriarca de Lisboa faz afirmações do calibre destas que leio na edição on line do Jornal de Notícias, mas lá que isto não está bem, não está.  Parece que ele aconselha cautela às mulheres que se apaixonam por muçulmanos, porque se podem meter num "montes de sarilhos que nem Alá sabe onde acabam". Bem, também há muito bom homem que se diz "cristão" que não passa de um monte de problemas, mas quem somos nós para contrariar D. José Policarpo? Ai, é verdade, somos pessoas livres, que pensamos o que queremos. Portanto, que fique desde já registado que cá em casa não se discrimina ninguém: nem por religião (muçulmana ou outra) nem por género (só as mulheres é que têm problemas com casamentos com muçulmanos?). E se houver outras separações artificiais também estamos contra. Aqui na letra B somos pela igualdade.


 


Sim, é possível que aqui a mamã ainda se venha a arrepender do que diz - agora está armada em boazinha e depois ainda te vai contrariar porque andas com um tipo qualquer que não gosta - mas fica o registo das boas intenções: se depender de mim, e permanecer na posse das minhas faculdades mentais, nunca te hei-de chatear com a proveniência dos teus namorados. Está prometido!Aceito peircings, tatuagens e marcianos. Só exijo que sejam boas pessoas.

Dentes, sono, comida, escola... crescer. Isto vai ser sempre assim

A Mini anda outra vez naquela fase de não querer dormir as sestinhas na cama sem fazer berreiro e morde tudo o que encontra - incluindo nariz e boca da mãe, brinquedos, fraldas, o rolinho da cama, you name it. E quando não é ensinar a dormir é ensinar a comer. E, se tudo correr bem, há-de ser tirar a fralda ou sentar-se à mesa. Ou aprender a contar. Ou a ler. Ou a atravessar a estrada. Ou a ser a adolescente. Isto vai ser sempre assim.

Importam-se de repetir?

Pois é, parece que não é mito urbano isso de se ter de matricularos miúdos nas escolas quase com eles na barriga ainda. Cá em casa não se fez nada disso e ainda me parece ligeiramente ridículo ligar para as creches para saber informações e pré-inscrever uma criança que terá um ano e meio em Setembro de 2009. Mas pelos vistos não é nada.


 


Numa das escolas aceitaram logo a pré-inscrição, outra disse-me que se calhar já era tarde e que pré-inscrições agora só em Janeiro do próximo ano. E depois logo se vê. Claro que com prazos destes uma pessoa bem pode pensar em escolas quando ainda está grávida. 

É que nem pensar...

A Tia Almeida, querida colega de trabalho que durante muito tempo fez questão de cultivar o estilo ogre sendo na realidade um doce de rapariga, deixou este comentário ao último post:

olha-me a pinta inquisitiva da Mini! espírito de jornalista à vista ehehh...

Não é meu costume trazer para aqui os posts que nos deixam, mas este merece especial nota: é que a Mini nem ouse ser jornalista. Ou produtora de televisão. Ou querer fazer marketing. É que a deserdo na hora lá se vai a possibilidade de meter a mão nos euros que lhe estamos a guardar numa conta em que só poderá mexer depois dos 18. Como disse mil vezes enquanto ela ainda era apenas uma ervilha, para mim só pode ser de Governadora do Banco de Portugal para cima.

(Mais a sério, posso garantir à Protecção de Menores que não pretendo condicionar as escolhas da Madalena para lá dos limites do razoável. Como já disse em anterior posta de pescada, só me interessa que seja feliz)

O 118 do futuro

Uma coisa que me atemoriza é pensar que posso chegar a um ponto qualquer em que já não aprendo nada e em que todas as novidades me passam ao lado. Ao ponto da minha filha poder viver numa realidade (quase) paralela. Como aqueles miúdos que estão ao computador a ver o que não devem e dizem aos pais que estão só a estudar. Por isso hoje decidi actualizar o meu perfil no hi5. A verdade é que adoro aquilo, embora às vezes me esqueça. É mesmo o 118 do futuro. O próximo passo é entrar no mundo do myspace.

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