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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Acordadas desde as seis da manhã

Tentei voltar a adormecer, dar leite, mimos, nada. A minha pequena quer estar acordada, está toda fanhosa (espero que isto não seja da vacina) e, ao contrário do que se podia esperar, só quer cantar. Cantar e fazer limpezas. Andou a passar um dodot pelos armários e já me cantou os primeiros versos da Cinderela. Agora está seríssima a ver o Bob (quiçá a aprender novas formas de pintar a casa). M-e-d-o!


 

Mais uma noite de insónia

Mas esta pelo menos sem contornos fantasmagóricos (como a de ontem).


A Mini está muito melhor da tosse (é incrível a quantidade de vezes que esta miúda está constipada).


Em compensação, continuo sem conseguir dominá-la à hora de dormir.


(Raquel, já pus os teus métodos Bazelton em prática e parecem-me os melhores, mas não há meio de estabelecer uma rotina).


 

A outra Liga dos Campeões

Era ontem, estava tudo planeado. Ia pôr a Mini a dormir na cama dela, acordada, para ela aprender a esperar pelo sono na cama. Deitei-a e a coisa nem correu mal, acho. Esteve ali 10 minutos a resmungar, a choramingar um bocadinho, mas entretanto calou-se. E foi quando estraguei tudo. Porquê, porquê? Por que sou tão totó que fui aconchegá-la ao fim de 15 minutos? Porquê? Abriu os olhos, agarrou-se ao meu pescoço e só adormeceu à meia-noite. Tentámos tudo:


 


- Conversa séria - "Podes ir dormir, os papás estão sempre aqui" (patético, ainda que carinhoso)


- Conversa firme - "Já estamos a ficar chateados, ai, ai" (ainda mais patético, mas compreensível ao fim de hora e meia de gritaria e choro, misto de birra do sono e ofensa)


- Voltar a deitá-la e deixá-la a ver se pegava no sono - inútil!


- Deixar brincar até cair para o lado com sono - demasiadas birras a atrapalhar a diversão.


 


Finalmente, vencida pelo cansaço lá adormeceu, na nossa cama, eu agarrada a ela (bom, mas ineficaz). Para piorar o cenário, a mamã, parva parvinha, tirou um café e o que não teria qualquer efeito em circunstâncias normais deu-me uma insónia brutal.

Ei, você aí, me dá conselho aí

Primeiro, as desculpas esfarrapadas: isto tem sido um inferno. Não é o trabalho (há dias em que parece que já está tudo a entrar nos eixos), não é a vida pessoal, é, of course, "sôdona" Mini. E é aqui que eu lanço um novo apelo:


Mães de Portugal (e de todo o mundo, logo que possuam rudimentos da língua portuguesa), que fazer quando a nossa cria adormece no regresso a casa, faz uma sesta que dura até às 22h00, bebe leite e está pronta para uma farra? Esta parece-me que sei a resposta. Falar com a pequenina, não a deixar dormir, etc.


Agora a mais díficil.


Por que razão agora, com os seus 15 meses e 21 dias, acorda a meio da noite, num tremendo pranto? Medo da separação, tremores nocturnos, pesadelos? Help me, please.


 

Pais corajosos

Os pais mais corajosos do mundo são aqueles que, contra todas as recomendações dos especialistas, pegam nos filhos e levam-nos para a sua cama. Porque se não falta quem diga que não se deve dormir com as crianças, ninguém fala dessa maravilha de ficar ali abraçada a um ser pequenino que exala um calor que daria para aquecer uma pequena aldeia. A maioria de nós não o faz, mas é tão bom!

Um rotundo fracasso

Disse rápido que a Mini ia mudar para o quarto dela, não disse? Então vou dizer isto ainda mais depressa: foi um fracasso de noite.


 


Estava tudo a correr bem, sim, mas depois, era 01h00, a baby acordou, choramingou e só se calou com comidinha. Não querendo parecer que estou a entrar em delírio, quase podia apostar que a Mini percebeu que alguma coisa não estava a bater certo. Já dormiu noutra cama e não fez isto.


 


Resultado: a Mini-Maxi voltou para o seu (agora) mini-berço - se é que é possível este conceito. Está minúsculo é certo, mas por enquanto é lá que vai dormir. Tal como a filha, que se rebelou contra o ambiente estranho, a mãe chegou à conclusão que ainda não está preparada para dar este passo. Tento mais tarde. Quando ela voltar a dormir a noite toda ou quando já ficar com os pés de fora, coisa que não deve tardar muito, porque hoje esta amostrinha de gente já queria dormir com o braço de fora, qual condutor de fim-de-semana, Marginal fora.


 


Estou confiante. O tempo dar-me-á uma resposta. E se não der, olhem, a Mini vai do quarto dos pais para o T1 no Bairro Alto.

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