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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Bumbo, meu amor

Chama-se Bumbo, foi desenhada na África do Sul, já ganhou um prémio qualquer e descobrimo-la quase por acaso, graças à nossa amiga João que tem uma amiga que lhe pediu que comprasse uma. Quando me mostrou, a primeira coisa que pensei foi: a Madalena tem de ter uma. Chegou a hora de começar a treinar os músculos das costas para aprender a sentar-se - pelo menos foi o que nos disse a pediatra - e isto é perfeito. Aliás, bastou passar a porta de casa na sexta-feira para se tornar na nova melhor amiga de toda a gente. Da Mini, porque pode passar tempo sentada a brincar com a sua tartaruga Rosa ou com o seu livro de plástico. Da mãe e do pai, porque podem estar aqui no computador a olhar para a baby sem remorsos. Este singelo objecto permite treinar as costas da Madalena sem recorrer ao velho método da "criança rodeada de almofadas por todos os lados". Finalmente, é bom para a Augusta porque é uma excelente maneira de manter a Mini entretida e ainda se pode dar a sopinha. Estou fã. (E comprei em azul para dar com o carrinho, que por sua vez é desta cor porque quando tivermos mais um bebé pode ser rapaz).




A matemática do universo deve querer dizer alguma coisa

A Mikitas, a primeira pessoa que vi na manhã em que soube que ia ter um baby, casou-se hoje com o TSF e fez 25 anos. Não sou dada a pensamentos místicos, mas quero acreditar que se estes dias são tão importantes nas nossas biografias e se foi precisamente nesta altura que nos cruzámos é porque a matemática do universo nos quer dizer alguma coisa. E se não quer, digo eu. Parabéns aos noivos. Felicidade a rodos.

Mostra as tuas garras

Nos últimos dias, além de se babar como gente grande, a Mini descobriu que tem mãos, já sabe que as pode levantar ou juntar, acho que até já percebeu que podem tocar e agarrar coisas. Dizem os livros e os sites da Internet, é todo um feito na vida de um bebé pegar num objecto. E eu divirto-me a ver como a Madalena tenta chegar lá.


 


Quanto está deitada na espreguiçadeira levanta a cabeça para chegar aos bonecos: o elefante, a girafa e a avestruz. Aposto que já sabe os  nomes, tantas vezes os ouve. Ainda não chegámos ao momento "habemus objectum", mas tanta determinação em levantar-se parece-me bem. Qualquer dia viro as costas um segundo e quando voltar está de pé.


 


As sestas da Madalena também não têm desperdício. Como sabem, e quem não sabe fica a saber, chupeta não é coisa que deixe a Mini a parlar de alegria. Mas sempre vai usando um bocadinho quando está na fase do "quero dormir, mas vou lutar até ao fim para manter os olhos abertos". Pois, ontem, já com os olhinhos fechados dedicou-se a tirá-la da boca sempre que lha dava. Melhor: depois de ela própria tirar a chuchar da boca com a aquelas mãozinhas mínima que tem, desatava a chorar sempre que sentia que não tinha a chucha.


 


Quanto tempo demorará até pegar mesmo numa coisa qualquer?


 


PS: O outro progresso interessante dos últimos dias foi a Mini ter deixado o colo apenas para os mimos e não para o sono. Agora ponho a cama e adormeço-a lá, com festinhas, paciência e palavras suaves. Espero que agora que falei disto a magia não se quebre.


 


 

Pode ser-se mais pirosa?

A culpa é da mãe, eu sei. E vou pagar caro por fazer uma coisa assim, mas às vezes adormeço a Mini ao som das músicas mais estapafúrdias. Chico Buarque, Mozart para crianças e Adriana Calcanhoto ainda vá, agora André Sardet, Ricardo Azevedo ou Amy Winehouse... Talvez esteja a esticar de mais a corda.


 


Adenda: Por sugestão da Tia Almeida, vou pôr a Mini a ouvir Ornatos Violeta e Da Weasel (sorry, nem me tinha ocorrido!). Também acho que vou experimentar com Expensive Soul ou Mundo Secreto. E, já agora, Dama Bete é o quê? Desconheço completamente (ruborizo de vergonha).

Mini no trabalho da mãe

Sem querer, nem pensar, ontem estive no meu trabalho com a Mini (podia lá ir, sem a atracção principal?!). Culpa da Sofia. Tinhamos combinado almoçar e depois ela convenceu-me a ir à redacção. O almoço foi muito fixe (temos de repetir) e rever toda a gente também foi muito bom.





Aposto que lá estive um ror de tempo, mas a mim pareceu-me que foram só cinco minutos. A Madalena abriu a goela e já não havia condições. Pudera, estava negrinha de fome depois de quatro horas sem comer (toda uma vitória, no entanto, aguentar este tempo todo). Com tanta emoção e tanta gente de volta da Madalena mal tive tempo de falar com as pessoas. Queria perguntar à Patrícia, a outra recém-mamã, se o regresso lhe está a custar muito e responder às perguntas que me fizeram, mas ficou tudo no ar...





Por exemplo, Sónia, a Mini ainda não vestiu o vestido que vocês lhe deram porque primeiro não estava calor suficiente e depois não tinha meias para vestir com o vestido. Mas já tratei disso. As t-shirts farta-se de usar. Às vezes até com um body de manga comprida por baixo para fazer aquelas sobreposições modernas! Os sapatos ainda lhe estão grandes.





E, cara Mikitas, para responder às tuas inquietações, o lavatório é mais que suficiente para a pirralhinha. Sim, ela já pesa 6200 gramas - mais do que um garrafão de água do Luso - mas só mede 60,5 cm.





Tenho pena de não ter mostrado a Mini à tia Almeida. Até pelo ridículo da situação: cruzámo-nos na rua - ela a procurar estacionamento, eu a tirar o chassis do carrinho da bagageira - e depois não apresentei a sobrinha à ogrinha . E nem houve tempo para dar um saltinho ao quarto andar para ver a Carla Lopes ou de ter feito fotos que registassem o momento.  Conclusão: está visto que lá temos de voltar.


 


 


 


 

Sim, sou mãe

À hora a que começo a escrever este post faltam dois minutos para a meia-noite, altura em que acaba oficialmente o meu primeiro Dia da Mãe. Foi tudo feito à minha medida e só posso agradecer à Mini e ao pai por isso. Por ter dormido mais umas horitas de manhã, por ter ido à feirinha do Jardim da Estrela*, por ter passeado, namorado,  estado com amigos e, claro, porque a Madalena é linda, saudável, já mostra interesse por brinquedos, ri-se que nem uma perdida quando falamos com ela, gosta de passear e parece feliz.

Às vezes uma pessoa desespera com isto de ser mãe, tentando responder a todas as perguntas que nos martelam a cabeça - estarei a fazer isto bem? ela está bem? estarei a tomar as decisões correctas? -, e às dúvidas que aparecem todos os dias, mas depois releva tudo. Olho para a Mini e ainda digo para mim mesma: UAU! É gente, tem o nosso nariz, rosto, formato ou cor dos olhos, os pezinhos ou as mãos mas também uma personalidade que é só dela. UAU!

* Espreitem lá o presente modernoso que a Mini me deu.

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