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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Pode um populista ser bom?

Política, inaugurações, festas, funerais... Não interessa a ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa quer estar sempre em cima da atualidade. É como se ele acordasse de manhã, lesse os jornais e só depois decidisse a agenda do dia.

Tenho quase a certeza que a única coisa que separa Marcelo Rebelo de Sousa de um populismo impossível de aturar é o curso de Direito. Um respeito pela Lei portuguesa que põe (e bem) à frente de tudo. Isso e a sua vontade de, antes de mais, ser um bom Presidente da República. Fazer bem o seu lugar.

Quase todos os traços que lhe vi há um ano mantêm-se. Admiro-lhe os discursos curtos e a maneira como os interpreta, esse quebrar do protocolo constante e a proximidade, que, como faca de dois gumes, lhe proporcionou os piores momentos (relembrar o caso do fim da Cornucópia). Tento, com força, manter distâncias e não me deixar enfeitiçar por ele, mas há uma área em que o Presidente da República é imbatível: solidariedade. Três momentos me tocaram:

1. A visita à cadeia de Tires no dia de Páscoa. Ainda me vêm lágrimas aos olhos quando penso nas palavras que dirigiu às mulheres reclusas, lembrando que todos podemos renascer (ressuscitar). 

2. O abraço a um madeirense que tinha perdido atingido pelo fogo que deflagrou na ilha.

3. A visita aos sem-abrigo esta semana.

Marcelo vai lá, está com as pessoas e dá-lhes atenção, mostra-as. E fala para as pessoas, não para as instituições. É pouco? Talvez, mas é mais do que antes. É um risco? É. Não gostava de dizer que os políticos não podem andar à rédea solta, mas é a única expressão que me ocorre.

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