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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Há um ano - Vem aí um neto/neta

Já estávamos de férias e era segunda-feira. Fomos ao dr. Pedro e ele confirmou: tudo ok. Uma semana antes tinha entrado pelo gabinete para lhe dizer que achava que estava grávida. "Sabe, fiz o teste e apareceu uma linha cor-de-rosa". Ainda não acreditava, mas ele foi tão optimista que me encheu logo de confiança. Fez aquelas perguntas da praxe e fomos fazer um ecografia. Nessa altura, o papá já foi connosco. Ficámos ali em suspenso uns segundos. Primeiro não se via nada. Depois era apenas um saquinho bem pequeno. Demasiado pequeno para ter ficado grávida na altura em que achava que tinha ficado.  Tivemos de guardar a euforia mais uma semana. Que chatice! Mas nessa segunda-feira, dia 25, embora a Mini continuasse a ser apenas um saquinho, ele confirmou que estava tudo bem. E que podíamos ir a Nova Iorque sem problemas. "Estourem o cartão de crédito". Foi o que fizemos.


 



 







 



Mas antes disso, contámos a "grande verdade" aos nossos pais. Era para ser uma coisa formal com os meus pais, os dois sentados à mesa. Não deu. Só estava a minha mãe, que acho que nem percebeu muito bem o que se estava a passar. A reacção dela resume-se a isto: "Hã?!", seguido de uma cara muito corada de espanto. De tal forma que me senti na obrigação de lhe perguntar: "Mas não ficaste contente?". Com o meu pai também foi muito bom, a notícia caiu-lhe ao colo no snack-bar "O Cortador", na Terrugem. Muito booooooooooom! Tem muito nível dar uma notícia destas com as mãos sujas de mostarda e molho picante dos pregos (e obviamente estou a ser irónica). E como o meu pai tinha uma régua, já não me lembro bem porquê, até lhe dissemos quanto media o nosso "saquinho". Acho que ainda não era um centímetro. Os avós do Porto souberam da boa notícia pelo telefone, enquanto esperávamos pelo meu pai. Primeiro houve espanto, depois uma alegria tal que até eu, do lado de cá, ouvi. E foi assim com todos.

 



 





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