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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Há com cada um...

Choque e horror: uma pessoa por quem tenho consideração e apreço foi ao Facebook defender o croissant de ovo com fiambre. Outra pessoa veio defender a batata doce com bife. Confessou-se quem junta croquete e café (esta era capaz) e ainda apareceu quem, trabalhando numa confeitaria, tenha atendido o pedido do croissant de chocolate com fiambre. Diz com graça a pessoa: até perguntei outra vez! Conchitas da alimentação, pá! E agora deixa-me ir ali cozer um bacalhau com batatas e doce de morango.

Estou feita uma eurocética

Calma, calma, não me debruçarei sobre esse espectacular assunto que são as eleições europeias, apesar do grande e crescente amor que sinto pela palavra 'eurofóbico'. Adoro. Estou mesmo a falar da Eurovisão.

 

Sendo uma moderada eurofestivaleira, mas apreciando o evento, cansa-me um bocado que se tenha tornado num circo de horrores, onde já nem a 'mulher barbuda' falta. Não é preconceito dizer ' mulher barbuda', não. Foi a representação austríaca que apresentou assim a candidata do país. Há que dizer, paralelamente, que cena da Conchita me intriga. Já sabemos que é transexual, já sabemos que foi Tom, já sabemos que o seu "eu artístico" é Conchita Wurst, mas como é que a pessoa em causa pretende ser tratada? É uma questão cabeluda, e já não estou a falar da barba...

 

Já a música, com ou sem pilosidades, com ou sem mamas, é engraçada. Teria ganho sem a performance? É o que nunca saberemos...

 

 

Já o folclore, é cansativo. Tão cansativo que, simplesmente, nem vi a Eurovisão. A juntar a isso, a foleiríssima representação portuguesa destinada tão somente a envergonhar a cara aos tugas, em Portugal e na diáspora. Lamento, senhor Emanuel, autor da música e letra, mas assim não.

 

E entre a Eurovisão ter-se tornado num freakshow em que ganha sempre o que levar a performance mais tola para o palco e o facto de muito raramente me identificar com a representação portuguesa, a EBU (European Broadcasting Union) perdeu mais uma espectadora. Também já dei para o peditório do kitsch reinventado. Está simplesmente um mau espectáculo de variedades.

 

 

 

 

 

 

Tenho um casamento, e adoro casamentos

Para já, dizer que gosto muito de bodas (apesar de não ter feito um matrimónio desse género) e festas e que tenho um casório no sábado. Para lá da natural excitação com o evento (sapatos ou sandálias? E o cabelo? E a maquilhagem?), gostaria de sublinhar a graciosidade da escolha da data: 17 de maio. Portugal volta aos mercados. Os noivos saem definitivamente deles. A-do-ro!

Croissant de ovo com fiambre?

Não sei quais serão as combinações loucas que se farão no futuro, mas algumas atualmente metem medo ao susto. O meu pai e a minha prima adoram croissants com doce de ovo e, "para cortar" (palavras deles), fiambre. Poucas coisas me parecem tão repugnantes. Mais repugnante só o facto de a minha prima que diz isto ser um palito. Lembrei-me desta parvoíce, por causa de uma coisa escrita por uma amiga a propósito de outra louca combinação: café e rissol. Ou café e croquete. Ou café e pastel de bacalhau. Eh pá, não... Estive a pensar se fazia alguma coisa do género e convluí que não, mas se calhar não sou bom juíz. Se achasse estranho não comia, não é? Bem, é isso. A mente da vossa mãe está cheia de coisas extremamente relevantes para o curso do mundo.

 

PS: Outra combinação que não me entra na cabeça é batata doce como acompanhamento de um bife, por exemplo.

Abrimos a porta ao verão

Sábado: almoçar na praia, deixar que as crianças sujassem os pés de areia, balouços na estrela, rebolar na relva e banho a fundo para tirar as pulgas. A Quica andou, andou, andou. Mais do que em qualquer outro dia da sua curta vida. Caíram redondas na cama.

 

Domingo: Foram tomar o pequeno-almoço com a mãe. Bem, elas já tinham tomado e ficaram pelos garotos. É só leite, mas a encenação dá muito gozo. Parque e mais parque. Ao ponto de terem sido elas a pedir para ir para casa. Tentámos tirar selfies (a que ficou boa não se pode publicar). Almoçar com os avós. Tomar café sozinha com o pai. Jantar pizzas. Francisca deliciar-se com massa. Ouvir a Madalena dizer "está aqui escrito CASA". Tirar uma foto para imortalizar o momento.

 

 

 

#family

O detox tecnológico

Correu menos mal do que pensava. Também não foram muitas horas e na maior parte do tempo estive ligada à Internet e com um telefone fixo ao lado. Parecendo que não, ainda sou do tempo em que uma pessoa não ligava por tudo e por nada. O único momento em que realmente desejei ter o iphone comigo foi na noite de quinta-feira, durante uma conferência sobre défice de atenção a que fui assistir. Tirando isso... Ontem ao almoço (um bom almoço, por acaso), até adorei essa sensação de sair e apreciar o mundo só porque sim sem poder consultar o Facebook ou ver os sms. Sim, sim, sou um bocado pró viciadote. Não tanto como my husband, mas um bocadinho agarrada. Medianamente viciada, segundo este teste. O que nem é nada estranho. Diria que a maioria das pessoas gosta de ter o aparelho à distância de um esticar de braço e este estudo da Flurry, estatísticas para malta das aplicações (um dos clientes é o Pinterest) até diz que é o número de viciadões o que está a aumentar mais. Quem se acusa?

 

Mais dados, via Pinterest

(É mais fácil ler esta informação por lá)

Estás muito gira, Kátia

Acordei ontem para este "Sobreviventes" espanhol com a participação da Kátia Aveiro, porque o título "Só comíamos carne aos domingos" é chamativo quanto baste e, além disso, todo o planeta habitado o sabe: gosto muito desta família. O que conta no resumo do programa é triste e mais triste por sabermos que não há em todo o lado um Cristiano Ronaldo, talentoso e generoso o suficiente, para tirar a família toda da precariedade. O bom, porém, é o momento em que diz que não precisa da pena de ninguém e que havia muito amor e alegria na sua casa. Era menina para lhe mandar um avião com faixa a dizer: "Força, Kátia!". Tenho simpatia pela rapariga e acho que está muito gira. Não há como um bom bronze dos trópicos.

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