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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

To do list (actualização)

. Comprar roupa de Verão

Com tanto, tanto método (e uma lista do que era preciso) que a senhora da loja me perguntou se eu era uma produtora de moda que tinha ido buscar roupa. Oh pá, que fofa!

 

. Documentário

Ainda não posso riscar. Falta-nos um realizador (Spielberg, George Lucas, Almodóvar, não se acanhem) mas já fizemos duas entrevistas, uma das quais com o António-Pedro Vasconcelos. Assim, com hífen.

 

. Arrumar a arrecadação

Incrível: demorou 10 minutos uma vez montados os armários. Por vezes, ainda me surpreendo. Dentro das caixas das mudanças já estavam arrumadas caixas com tudo dividido. Fiquei tão feliz.

 

. Limpar o carro

Não posso riscar mas presumo que quando o bólide voltar da oficina estará limpo. Há maneiras mais simples de o ter a brilhar mas quem disse que eu estou interessada em seguir a linha recta?

Ontem, no regresso de São João da Madeira -- como te amo reportagem -- a caixa de velocidades foi ao ar. Deixei de conseguir meter a quinta, um amável TIR vendo-me em apuros deixou-me encostar à berma e depois lá veio o reboque. Contactei, claro, com essa fantástica entidade que é a assistência técnica em viagem e, pronto, posso afiançar que há gente parva muito parva ou, simplesmente, está no atendimento ao público e não devia estar. Colocam problemas, não explicam as coisas, não dão informações... E, finalmente, a dado passo em todo aquele processo, eu só queria ter encontrado alguém que me tivesse dito: "Não se preocupe, vamos ajudá-la, o seu carro vai ser arranjado e nós vamos tentar tirar o máximo partido possível do seu seguro". Insolitamente, visto ser a pessoa que menos teria de se preocupar com esse assunto, o senhor do reboque foi o mais preocupado e atento de todos.

 

 

Contra o pic-nic

Ao contrário da minha amiga Mónica, estou totalmente a favor de grandes enchentes no centro de Lisboa e acho espectacular que o Tony Carreira faça um concerto. Se fosse a Madonna também quereria muito ir. Acho uma porcaria que tenham transformado a avenida da Liberdade num caos só por causa disso, acho até uma injustiça tratando-se de um evento de uma empresa privada. Não vale tudo só porque se fala em solidariedade e em defender os produtos portugueses. E é a isso de defender o que é "nosso" que acho mesmo graça.

Defendemos as batatas e as cebolas, o alho e a abóbora, mas depois dizemos "pic-nic" quando temos um piquenique tão bom para usar. Não gosto, tio Belmiro, não gosto!

E também não me estou a esquecer que no sábado vais estar tão amigo da lavoura nacional (qual Paulo Portas) e depois nos outros 364 dias (362, vá, que sempre fechas no Natal e no Ano Novo) andas a esmagar margens aos produtores nacionais à bruta.

10 000 obrigados

Recebi  um mail do sitemeter e, pelas contas, desde que instalei essa coisa já por aqui passaram 10 mil alminhas. É um número modesto comparado com outros blogues mas não me gozem. É 99 vezes mais do que alguma vez sonhei. Os blogues, este pelo menos, têm essa coisa boa: uma pessoa não os faz para os outros, faz para as filhas lerem quando forem mais crescidas, mas a companhia dos outros incentiva. Às vezes, estou podre e penso "que se lixe, hoje não escrevo nada" mas depois há um comentário divertido, alguém de longe que me diz que vai sabendo novidades por aqui e, pronto, anima! Como agora, acabo de ler um mail de uma pessoa com quem tinha mais afinidade do que supunha. Enfim, estou assim para o sentimental (são os 35 a aproximarem-se a galope) e apeteceu-me agradecer. Ou convidar para um "mega pic-nic" na avenida da Liberdade. Ainda estou indecisa...

To do list (actualização)

. Fazer lista da roupa que preciso

Uma das mais simples actividades do mundo.
É mais. Dei um salto a uma loja aqui perto em que andava de olho e descobri que vendem camisas Flamenco Chic. E eu já a pensar que tinha de ir a Setúbal à procura do que queria...

 

. Armário para a arrecadação

Também me aventurei na secção de tecidos do IKEA e comprei uns cortinados para os quartos das miúdas. Não são bem o que tinha sonhado mas, enfim, pode passar-se outro ano até ter tempo para ir ao Vidal Tecidos. No entretanto a minha carteira agradece. E as crianças chinesas, que continuam a ter trabalho, também.

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