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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

A prova de que Sócrates vai perder

Apanhei o meu pai a dar bolo de bolacha à minha filha. Uma colher atrás da outra (e não me venham dizer que um dia não são dias porque domingo foi um fartar vilanagem graças à mesa de aniversário do Rodrigo)... Depois vira-se para mim e diz: "Foi só um bocadinho". E diz-lhe o rapaz sentado à frente dele: "Você está pior do que o Sócrates!". Está tudo dito! (E ainda me estou a rir)

Vai uma apostinha

Ganha o PSD sem maioria absoluta, faz coligação com o CDS, Passos Coelho fica como PM, Miguel Relvas como ministro da presidência, Paulo Portas como ministro de qualquer coisa. Sócrates remete-se ao silêncio.

A natureza é realmente espantosa

Estive a ler uma "Caras" antiga. Parei numa entrevista da Cristina Amaro, aquela rapariga (se é que se pode chamar rapariga a uma mulher de 41 anos) que apresenta o "Imagens de Marca" (SIC Notícias). Dizia ela, e puxou a revista para título: "Existem muitas formas de amar". Descontando o facto de eu ter pensado que a moça estava a sair do armário com estilo, percebi, lendo o texto, que não era nada disso. Era antes uma maneira de responder à pergunta "Pensa ter filhos com o seu namorado?". Ela dizia, entre outras coisas, que existem muitas formas de amar. E a minha primeira reacção foi pensar que ela não sabe nada e que o amor que se tem por um filho é a coisa extraordinária. E depois pensei melhor e acho que ela tem razão. Existem muitas formas de amar. Muitas mesmo. E, mais do que isso, e é aqui que quero chegar, apesar do longo intróito. Realmente, ela não sabe como é o amor por um filho tal como eu nunca vou perceber o amor que se tem por outras pessoas quando não se tem filhos e que pode ser realmente tão grande ou maior do que aquele que eu sinto pela Madalena e pela Teresa. É como ter, ou não, irmãos. Se uma pessoa tem acha que é espantoso. Se não tem não valoriza e acho que maravilhoso na mesma. Digo eu. É a tal coisa: se a pessoa não conhece o sabor de ovos estrelados, sabe lá se são bons... E é tão feliz como se soubesse. Maravilhosa a natureza.

Três anos, três meses e 20 dias depois

Chegou aquele momento, aquele doloroso momento em que a Madalena decidiu que é ela que escolhe o que veste de manhã. Pode ser interessante, assim não tenho eu de pensar, pode ser penoso.

"Quero as calças das riscas". Ir de pijama, portanto.

"Não quero levar meias". Tive de ameaçar que os amigos iam dizer que os pés cheiram a chulé.

"Quero o vestido roxo". Da praia.

"Quero os ténis castanhos". Esta não teria qualquer problema, não se desse o caso de os querer usar com tudo. Então depois de saber que o tio também os adora...

Compro o que é nosso... mas em bom

As pessoas da macroeconomia dizem que é preciso aumentar baixar as importações e aumentar as exportações. Depois vêm os políticos e dizem que é preciso aumentar o consumo interno. E a seguir veio uma associação qualquer e inventou uma "narrativa" e um autocolante e um slogan: Compro o que é nosso. Cá em casa estamos de acordo com tudo isso. Mas esbarrava muitas vezes nessa picuinhice que é não querer comprar coisas horríveis só porque são portuguesas. A missão de quem produz também é fazer o que me agrada. E se são capazes de o fazer para a Zara e para o Ikea também podem fazer por cá. Mas acontece que isso existe. Existem empresas portuguesas a fazerem coisas espectaculares para nós. Género:

 

Do site oficial

 

A Antimilk, loja de roupa para criança em Campo de Ourique, de que já falei algures por aqui. Não se limitam a vender roupa também criam os modelos e fazem-nos por cá. Não é para todas as bolsas? Não. Mas para algumas, e em algumas ocasiões, será. E é muito lindo.

 

(Se quiserem apresentar-me nomes de empresas portuguesas que valem a pena, força. Estou interessada no assunto.)

Devo um euro à Mónica

Reconheço, sou uma fraca. Uma tarde sem comer, uma fome louca, uns bolinhos à porta da sala de aula e...zás...comi um. Para mais nem perdi um euro conscientemente. Só agora quando cheguei a casa, e fazendo um balanço do dia, percebi a parvoíce que tinha feito. É que ainda por cima, e isso é que me dana, uma pessoa perder um euro por uma coisa que realmente lhe apetece é uma coisa, agora por distracção... Ai que nervos!

Agora podia fazer de conta que não se tinha passado nada, claro, mas Lisboa é T0 -- toda a gente sabe -- e depois ainda alguém mandava um mail à Mónica a chibar-se.

Pronto, gaja, é isso. Estás um euro mais perto de ter o teu perfuminho.

 

E só não estou mais chateada com isto porque me acabo de pesar e, qual concorrente do "Peso Pesado", passei a minha primeira barreira psicológica. Faltam duas... Courage!

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