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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Não é só a vida que me deves...

É também a vergonha. E que vergonha passei na sexta-feira à noite!


Era o jantar de despedida do director e a Mini foi com sua mãe. Mas não é exactamente do jantar que quero falar, mas do que se passou a seguir.


Saí do restaurante, empurrei o carrinho da Madalena até ao nosso popó, sentei-a na sua cadeira e então chegou o momento de fechar o carrinho. Aquilo em teoria é muito simples, é uma "bengala" da Chicco, parece que foi feita para que até a nossa baby a consiga fechar em caso de necessidade. Mas eu não consegui. Tentei de tudo. Primeiro, com o pé, como é suposto. Pena que não se tenham lembrado que as mães usam sandálias no Verão e, como era o caso, que ainda ia precisar do chispe para carregar na embraiagem. A seguir tentei com a mão. Nada. Fui buscar um livro da Madalena à mala e comecei a usá-lo como se fosse um martelo. Em vão. E neste ponto, o desespero começou a apoderar-se da minha pessoa. Ali estava eu, sozinha, numa rua escura de Benfica, com uma criança no carro, e sem conseguir fechar um mísero carrinho. Pior, só imaginava que os meus colegas saíam do restaurante e me viam naquelas figuras ridículas. Cheguei a tentar pôr aquela porcaria toda dentro do carro. Não cabia, claro. E voltei a tentar tudo outra vez. Devem ter passado uns 10 minutos, a mim pareceu-me uma eternidade. E então passaram os senhores do lixo. E graças a Deus que eles existem e que estavam ali àquela hora. Pedi ajuda a um deles, vieram dois. E, pronto, chegaram, deram um pontapé naquilo e já está.

Alguém a pare, por favor

A avó da Madalena resgatou do sotão os brinquedos desta vossa serva. Um deles, um palhaço, desintegrou-se. Só resta a cabeça. E hoje a minha mãe avançou com a hipótese de deitar fora o corpo e deixar a Mini brincar com a cabeça. E agora não sei o que é mais preocupante: a minha mãe pensar uma coisa destas (ainda que vagamente) ou eu não conseguir parar de rir. Meeeedo!

Mais uma noite de insónia

Mas esta pelo menos sem contornos fantasmagóricos (como a de ontem).


A Mini está muito melhor da tosse (é incrível a quantidade de vezes que esta miúda está constipada).


Em compensação, continuo sem conseguir dominá-la à hora de dormir.


(Raquel, já pus os teus métodos Bazelton em prática e parecem-me os melhores, mas não há meio de estabelecer uma rotina).


 

CR9 - o rescaldo

Há muitos anos atrás:


- Jornalista: Como descreveria esta tarde na arena


- Jesulin de Ubrique: Impressionante. En dos palavras.





6 de Julho de 2009. Santiago Bernabéu, conferência de imprensa no dia da apresentação de Cristiano Ronaldo:


- Jornalista: Como descreveria, numa só palavra, o estádio que viu hoje? (Ou pergunta similar)


- CR9: Impressionante.


- Jornalista: Algo mais?


- CR9: No. Has dicho una sola palavra, no?







Coisas que uma mãe deve ensinar a uma filha #7

Cada um com a sua vida e tu não tens nada com isso 


Sempre que uma pessoa diz que mora no centro de Lisboa, aparece um chico-esperto (ou dois ou três) que dispara qualquer coisa como "eu, no centro de Lisboa, nem morto(a), sem ter sítio onde estacionar". Pior se uma pessoa diz que mora numa casa que não é nova. É quase como se dissesse que vive sem água canalizada e electricidade. De certeza que faço coisas destas com outros assuntos (e lamento e peço desculpa a quem tenha ofendido), mas esta irrita-me até os cabelinhos dos braços. Qual é o problema de passar 10 minutos à procura de lugar? Logo que não se esteja aflitinha para ir ao WC... E, sinceramente, troco de bom grado o conforto de 100 metros quadrados de sala por estar a 10 minutos do trabalho. E se uma pessoa perceber como funcionam os transportes públicos então é que não se vê mesmo razão para trocar o centro de Lisboa por subúrbio qualquer. Mas isto sou eu. Admito que outras pessoas prefiram ter uma sala grande. Ou garagem. Ou ficar a viver perto dos pais. Porque, na realidade, pelo que sou é pela liberdade individual. Cada um na sua e todos os felizes. Portanto, a liçãozinha que quero transmitir à "rebenta" (e aos rebentos vindouros) é não julgarem os outros pelos seus próprios padrões. Todas as vidas são boas, logo que quem as vive esteja feliz. E isso tanto vale para as casas, como para os carros, como para namorados, como para amigos, como para trabalhos...


 


 

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