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Quem sai aos seus

Um blogue para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Poucochinhas

Não querendo agora armar-me em Floribella, a blogosfera está cheia de gente má. Gente má e atrasados mentais. Mas se estes me fazem rir, as outras são perigosas.


Passo a explicar: em uma singela semana dois blogues que gosto foram à vida. E porquê? Porque os autores quiseram, porque decidiram ir fazer outras coisas? Não. Acabaram por causa de gente que não merece o que come quanto mais saber ler e usar a internet!


Num caso, por tentarem envenenar a vida real, via blogue, a coberto desse cancro digital que é o anonimato (a sério, não suporto).


No outro, por terem usado a pessoa em causa para inventar histórias mirabolantes.


E o que me surpreende em quem fez isto não é só o facto de serem pessoas más e perigosas, é serem também tão burras e primárias (e digo isto com o coração nas mãos, sabendo que uma pessoa do meu passado por quem tinha grande consideração pode ser uma delas). Não são dignas de informação que um blogue disponibiliza. Não percebem que as pessoas não são apenas os seus blogues. E que os blogues não são diários. Estão abertos e na maior parte dos casos até podem ser comentados. Quem escreve sabe que pode ser lido e não há mal. O que é desprezível é fazerem disso tema de corredor, como se tivessem descoberto a prova da existência de Deus e acharem que estão na posse de segredos que as pessoas não queriam que fossem revelados. Pior,  acrescentando pormenores falsos ou efabulando detalhes que só gente da mesma laia poderia acreditar serem possíveis. Ridículas! Frustradas! Poucochinhas!


 

Obikwelu não será, mas de grafonola tem tudo

Continuamos com o clássico dos clássicos: anana (banana), mas agora juntámos-lhe pon (pão), bóia (bola) e Qui...qui, o nome da boneca. Nós dissemos-lhe que se chama Quica e ela repete Qui...qui.  Mas apesar de se mostrar fascinada com o fogão e a tábua de engomar que há na creche (oh meu deus! porque me fazes isto?), também adora o seu carro da Hello Kitty. Popó.

Há dias que só apagados do calendário

Dias em que a Mini acorda com os olhos colados com remelas, tem as unhas grandes e eu não as consigo cortar e mando-a para a creche na mesma. Em que ela chora quando a deixo. Em que se tem de tirar fotos para resumos de novelas, em que uma pessoa de quem gostamos nos conta que se separou. Em que o almoço cai mal, em que nos enganamos em coisas simples. Em que se está rouca, com dores de garganta e bué ranho. Com sono. Em que se vai buscar a Madalena e ela está pior. Em que se liga à pediatra e ela diz "já devia ter passado". Em que discute com a mãe. Em que o fotógrafo vai para o serviço sem todo o material que precisa e aproveita o telefonema em que me diz isso para se queixar "do sistema". Em que quando chego a casa, se toca com o carro na porta do elevador da garagem e se fica presa. Em que a assistência não quer vir e é preciso ligar uma segunda vez. Em que se pensa...


AINDA BEM QUE AMANHÃ É OUTRO DIA


 


 

Prova cabal de que este é um blogue bem resolvido

Eu repto as gajas para porem o selinho de bem resolvidas e o que é que elas fazem? Assobiam para o lado e não me ligam nenhuma. Minhas caras, estou impressionada: vocês têm mesmo as prioridades no sítio certo!


Adoraria que tivesse posto, mas reconheço que é de bem resolvida não pôr. Lindo, lindo.


 


Adenda: Afinal, parece que falei antes do tempo.


Pingo de Orvalho já tem selo!!!!


 

Como são as coisas

Mini,


tenho esperança que este post venha a provocar-te os mesmos sentimentos que tenho quando o teu avô me fala de como cresceu sem televisão. É impensável, exótico, risível.


No entanto, é mesmo certo que em Fevereiro de 2009, os portugueses homossexuais não têm os mesmos direitos civis que os heterossexuais. Não podem casar-se.


E, por mais incrível que pareça, o assunto é tão pouco consensual que


1) há pessoas contra a ideia da igualdade de acesso ao casamento entre hetero e homossexuais em número suficiente para encher metade de uma sala como a Casa do Artista;


2) um homossexual conhecido, Miguel Vale de Almeida vai à televisão defender a causa uma semana depois de ter escrito no seu blogue que não entende como há gente que se sujeita a ir ao "Prós e Contras", como bem notou o autor do blogue "Portugal dos Pequeninos". Não deve ter ido por ser parvo ou ter fraca memória. Suspeito que o faz por saber que há tantos que não o podem fazer.


E, por mais incrível que possa parecer, o preconceito persiste de tal forma que a apresentadora, Fátima Campos Ferreira disse esta coisa extraordinária:  "Gostava de deixar claro lá para casa que há aqui muita gente que não fez essa escolha [ser homossexual]" (?!)

Este blogue é bem resolvido


A semana passada eu seria a tipa que diria: "Selos em blogues? Eh pá, não me chamem! "


Mas depois mudei de ideias. Ouvi "mulheres bem resolvidas" e disse logo "uh, uh". E pronto, aqui está ele, como mandam as regras.


Foi enviado por duas pessoas de quem gosto: a Loira e a Sunrise (é preciso referir a proveniência para entrar no jogo) e agora eu desafio mulheres bem resolvidas a colarem o selo nos seus próprios blogues. Tipo:


 


Trimamã


O Meu Umbigo


Mil Sorrisos


Pingo de Orvalho


Princesa das Estrelas


Bunny


 


 


Já sabem as regras:



  1. Exibir a imagem do selo

  2. Postar o link do blog de quem recebi o selo

  3. Escolher 10 mulheres bem resolvidas e distribuir o selo

  4. Avisar as escolhidas


Considerem-se avisadas.


Só não escolho 10, porque é meia-noite e isso já é pedir muito.


Enjoy!


 

A vida começa aos 26

Se o meu gajo fosse famoso das revistas ia ser daqueles que respondem à idade com um "não falo da minha vida privada". Detalhes da nossa vida são para ficar entre as quatro paredes e eu tento respeitar (já houve uma ou outra ocasião em que até tive de tirar posts porque me tinha esticado mais que a conta). Nunca poderei explicar como tudo começou, como se deu essa magnífica coincidência cósmica que nos juntou faz hoje seis anos(e não foi num jantar de encalhados).


Mas uma coisa posso dizer. Antes dele,  já me tinha passado pela cabeça que me ia arrepender de todo o tempo que tinha passado a pensar que nunca ia encontrar "o tal" e que o melhor era limitar-me a viver, e a viver bem, porque namorar não é ter alguém, é estar com alguém e isso acontece e pronto, e uma pessoa nunca sabe se no dia seguinte vai continuar a ser assim ou não. Depois de o conhecer, confirmou-se. Mais: se era para encontrar a sorte grande, até podia ter penado um bocadinho mais.

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