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Quem sai aos seus

Para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Bryan Adams, (ainda) estou no céu

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Foi tão bom, tão bom que mesmo já sem atualidade tenho de voltar ao assunto.

O concerto do Bryan Adams, na segunda-feira, foi o máximo. Até já o tinha visto em 2011 e até acho que nesse ano a seleção de canções foi melhor (é difícil dizer isto mas acho que foi), mas este concerto... Encheu-me as medidas. Primeiro, eu tinha mesmo vontade de ir. E isso faz diferença. Depois tinha companhia. E ter uma boa companhia faz toda a diferença. A minha era a melhor, o António. E, depois, não sei explicar, ou se calhar sei (é porque estou a ficar velha), olho para trás e sinto que gostei mais do que Bryan Adams do que realmente gostei. É como se aquele tempo em que eu cantava e dançava o "Waking Up the Neighbours" sozinha no meu quarto fossem ainda melhor do que imagino. Portanto, quando o António me anunciou que tinha bilhetes e que TAMBÉM ia foi como se fosse Natal outra vez.

E depois há o concerto em si. Nessa noite, a minha prima e o Nuno, a Cristina, a Vera, a Maria João, a Sandra, a Catarina, o outro Nuno, a Rute, a Helena e o marido (e outros...), a outra Lena, também lá estavam e há unanimidade: foi espetacular. E essa partilha com tantas e tantas pessoas tornou tudo ainda melhor. (E ainda dizem que as redes sociais são más para o convívio)

Quanto ao concerto em si. Ponto 1, só mesmo o Bryan Adams, um senhor de 56 anos, pode fazer um concerto de jeans, camisa branca e blazer, sem nunca tirar o casaquinho nem se mover uma só mecha daquele cabelo penteadinho. Depois, ok, o "Summer of 69" foi incrível, quando o Bryan Adams falou dos tempos em viveu em Birre emocionou, quando as luzes dos telemóveis se acenderam para o "All for Love" foi lindo (e parecido com o 13 de maio em Fátima, se me é permitida a comparação), mas nada bate o "Heaven".

Assim que se ouviram os primeiros acordes, e é que foram mesmo os primeiros acordes, e as pessoas abraçaram-se. E começaram a cantar. Ali estava o cantor a dedilhar a sua guitarrinha e o Meo Arena inteiro, incluindo nós, a cantar we we're young and wild and free...

(Captei dois segundos desse coro de quase 20 mil pessoas, liguei a câmara no momento em que me lembrei que queria recordar aquele momento para sempre e foi à justa mas acho que se percebe a ideia)

Foi o má-xi-mo! Não sei se já disse...

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