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Quem sai aos seus

Para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Aqueles discursos que mandam a casa abaixo

“The story of generations of people who have felt the lash of bondage, the shame of servitude, the sting of segregation but who kept on striving and doing what needed to be done so that today I wake up every morning in a house that was built by slaves and I watch my daughters, two beautiful, intelligent black young women, playing with their dogs on the White House lawn.”

Ainda tremo quando penso nestas palavras de Michelle Obama, ontem, no discurso de apoio a Hillary Clinton. Foi preciso aindar muito para chegamos aqui. Para que hoje, as minhas filhas e as dos Obamas, acreditem que podem ser presidentes. E dizê-lo é importante para deixar bem claro o óbvio: é possível.

Ou, em versão divertida, lembrar o filho da professora (e feminista) Anne-Marie Slaughter. Aos 14 ou 15 anos, tinha visto Madeleine Albright, Condoleeza Rice e Hillary Clinton serem Secretary of State. Quando viu John Kerry ser apontado para o cargo perguntou: "mas um homem podem ser Secretário de Estado"?

 

Vais para o ECO, pai?

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Falta cada vez menos para começarmos a ver o mundo através do ECO. Cá em casa andamos numa excitação, até as miúdas já sabem que vai haver um novo jornal de economia. "Vais para o ECO, pai?" tornou-se uma pergunta bastante normal. A equipa está a crescer e este é o mail que interessa a quem tenha competências multimédia e gosto por números e histórias - talento@eco.pt.

Férias. Quase a chegar

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Dois sentimentos capazes de conviver ao mesmo tempo dentro de mim nesta altura. 

1 - Caramba, isto nunca mais acaba, é só coisas a acumular-se. Como é que vou fazer as malas e festa de aniversário da Teresinha? ANGÚSTIA!

2 - Que bom, que bom. Arrumar pilhas de roupa de praia, alinhar havaianas, pôr os vestidinhos das miúdas de lado, pôr um livro de parte para as férias, encher o Pocket de artigos para ler, começar a contar os dias para a festa da Teresa e focar-me naquele momento em que vou entrar no carro pelo lado do condutor pendura*, fechar a porta, ouvir o ar condicionado e pensar: Let's go!

 

*Ui, esta cabeça.

O telefone é para partilhar

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Precisava de uma aplicação no telefone que me guardasse automaticamente todas as coisas incríveis -- as certas -- que as miúdas dizem.
Por exemplo, o dia em que a Quica em vez de me pedir o telemóvel,p ara se entreter no You Tube, pôs a mão na anca e me disse: "O telefone é para partilhar!".
Calma, sei que não está certo esta bomboca falar à mãe assim, mas tem muita graça vê-la a imitar os adultos. E a noção de partilha? Está lá!
PS: Este cabelo estava uma pedra de comprido! Muito Seattle.
Enviado do meu iPhone

"Deixas-me ir morar para o teu apartamento branco?"

Além do concerto de GNR, da surpresa de Kendrick Lamar (20 mil pessoas a cantar em uníssono, ainda não assimilei bem o que vi) e daquele bocadinho de Capicua (mestre do estilo), o melhor do Super Bock Super Rock foi encontrar uma colega, ela elogiar o concerto dos The National (dois dias antes) e concluirmos ambas que achamos o vocalista muito giro (e eu nem vi o espetáculo).

Esta é a pessoa em causa:

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Chama-se Matt Berninger. Tem 45 anos. E estas foram, grosso modo, as conclusões a que chegámos:

- Parece um arquiteto.

- Ou publicitário.

- Com quem queremos passear em Nova Iorque.

- Tem um apartamento branco.

Achamo-lo giro porque tem um corpo fibrado, abdominais que parecem um reco-reco e uma cara gira? Não! Gostamos dos seus adoráveis cabelos de bebé com 45 anos, os óculos de míope, aquela barba aparada para parecer que não aparou nada. E, para terminar, imaginamos espectacular uma profissão que o homem não tem. Músico? Que coisa sem graça nenhuma.

Apresentem-me uma pessoa que ache isto bonito

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Ou que, achando que isto é lindo, tenha vida para perder 10 minutos todas as manhãs a calçar umas sandalinhas. Claro que não existem tais pessoas e é por isso que são das poucas que restam nos saldos da Farfetch. 595 euros era quanto custavam, estão por 300 e picos. Uma pechincha, não se vê logo. São Saint Laurent, mas por mim até podiam ter sido costuradas à mão por duendes às escuras no pico do inverno finlandês. (Tudo isto porque tomei esta decisão: ah, depois compro umas sandálias pretas rasas nos saldos. Cadê as bichinhas agora?)

Vamos ao menino!

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Para quem me pergunta se não vamos "ao menino", fica aqui a resposta: vamos sim. Nasce no último trimestre do ano e, na verdade, sou apenas a mãe adotiva. O pai é mesmo o meu marido que anda a trabalhar no nascimento do ECO, o novo jornal de economia, desde setembro de 2015. Comecem a guardar espaço nos smartphones para a aplicação.

Esta é a primeira fotografia. Em www.eco.pt vão começar a aparecer mais informações úteis sobre o novo jornal (incluindo um mail para jornalistas de economia que estejam interessados em participar nesta aventura).

Para já o que se vê é o logotipo e uma animação que anda à velocidade do nosso coração nestes dias: cadência certa e firme. Está quase a tornar-se realidade e, claro, nem preciso de dizer que estou muito orgulhosa do António. É que estou. MESMO. E as nossas filhas também. 

Uma pessoa é obrigada a acreditar em energias

As mesmas que puseram Portugal a ganhar em tudo o que é modalidade desportiva, estão a atirar na minha direção todas as pessoas loucas que existem neste país (felizmente, ainda tenho motivos para agradecer já que os piores loucos de todos estavam em Nice). Terça-feira: um PSP mal encarado (razão no essencial, embora me fartem aqueles modos de segurança de discoteca).Quarta-feira: um homem patético que atirou na minha direção, e da fotógrafa com quem estava, todas as frustrações.Quinta-feira: um taxista reclamou comigo por não lhe dar gorjeta. Para a próxima, já sei: vou de Uber.

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