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Quem sai aos seus

Para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Um daqueles dias que deixa boas recordações

Até cheguei a casa cedo: 02.30 da madrugada.

A Quica, atacada com a febre desde segunda de manhã, estava péssima.

Não conseguia dormir.

Estivémos a embalá-la e desistimos de a ter no quarto dela. Veio para o nosso.

Às 06:30 adormecemos todos. 

A Teresa juntou-se a nós às 07.00

Às 07.30 levantei-me, vesti-me e fui acordar a Madalena que tinha de ir fazer um exame às 08:30.

Passámos a manhã no hospital. Deixei-a na escola às 11.30.

Comprei supositórios para a Francisca que, quando cheguei a casa, já estava péssima.

Até às 13.30 esteve a choramingar, sem posição e sem gostar de nada.

Consegui dormir até às 16.00.

A Quica continuava péssima.

Como não conseguia baixar-lhe a febre pedi ajuda à pediatra (de novo). Ela disse-me para ir ao médico.

Fui buscar as irmãs à escola.

A Madalena tornou o meu dia espetacular quando lhe disse que ia ao parque e me respondeu: "tenho de fazer os trabalhos de casa".

Às 18.00 estava no Hospital da Luz.

Tive de avisar que ia chegar tarde.

Eram quase 20.00 quando chegámos a casa.

A Teresinha não queria que a mãe fosse trabalhar.

 

E, pronto.

Agora cada um que ponha sentimentos na coisa...

 

 

 

Não quero imaginar como serão os SMS da ministra das Finanças

Não sei como é que esta situação me passou ao lado tanto tempo, mas o Portal das Finanças deve ser um dos sítios menos recomendáveis para uma pessoa passar. Sempre atribuí o meu repúdio por este género de serviços ao facto de não gostar muito de números. Percebi hoje que não sou eu que tenho um problema com a matemática. O ministério das Finanças é que tem um problema com a Língua Portugesa.

 

Eis o género de palavras e frases que o incauto cidadão encontra quando tenta exercer os seus deveres: declaração IES/DA, Modelo 10, IMI, IMT e, depois os mais vulgares IRS e IVA. Sou um burro a olhar para um palácio nos primeiros dois casos, tenho uma vaga ideia do que são os dois segundos e sei o que são os últimos. Caía-lhes os parentes na lama se escrevessem IES/DA - Informação Empresarial Simplificada/ Declaração Anual. Não, é assim. Quem sabe, sabe. Quem não sabe, ouça o Domingues de Azevedo no programa da Ordem dos Técnicos Oficiais de Conta na TSF.

 

Não existirá uma lei que impeça um organismo público de contactar com os cidadãos como se estivesse a mandar um SMS? Aliás, se no Portal das Finanças, sítio que se espera que a ministra das Finanças tenha passado a pente fino no exercício das suas funções se escreve assim, nem quero imaginar uma simples mensagem.

 

Ou então isto é poesia e o que digo é só injustiça.

Inaugurei a condução de vidro aberto mas não esperem muito mais de mim

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Estou naquela semana em que trabalho à noite -- o chamado turno da prostituição -- e, portanto não se prevê grande humor ao longo da semana. A foto de trombas, no dia do sorriso, é a prova.

Hoje ainda vai, sobretudo por causa da falsa sensação de folga, mais duas produtivas horas a tratar de cenas de um batizado. Hoje comprei os envelopes para os convites (dito assim parece uma coisa bué pomposa, não parece?) e conto ter esta parte toda até ao fim da semana.

Moral da história: há várias maneiras de ver as coisas. Eu, como o mordomo da Princesa Sofia, prefiro o lado positivo. Pelo menos, a vista é melhor.

P.S. para a Vânia, que me perguntou qual é a empresa de catering: não existe. É uma equipa montada por uma pessoa para este efeito. Pedi vários orçamentos, vi alguns interessantes (o Morgadio Real, por exemplo), mas achei que está era a melhor solução. Também recomendo consultar coletividades.

Fomos ao Indie

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Pegámos nas nossas cinco pessoas e fomos à sessão de aniversário do Indie júnior (quer dizer, o pai ficou a passear com a Quica). Seis-filmes-seis e uma hora muito bem passada. O nosso preferido foi o filme da Camila battistetti, "Até o Céu Demora mais menos 15 minutos". Dentro de um carro, a birra dos que vão no banco de trás. Dá para imaginar... Votámos e ainda fomos à festa de aniversário, porque o Indie faz 10 anos. Com agradecimentos da direção do Indie a uma pessoa nossa amiga, de quem partiu a ideia. Incrível. Não fazia ideia...

Foi bonita a festa, pá

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Apanhámos o Sérgio, a Rita, o Pedro e o Afonso, mais a Gata e os filhos, a Princesa e a família a meio da avenida. Já não nos encontrámos com o Paulo e as gémeas, uma colega de trabalho e a Catarina. Era muito tarde já. Fizémos corta-mato entre a associação dos reformados e a Voz do Operário. Recebemos dois balões. Um voou e deixou a Madalena tristíssima. A Teresinha andou às cavalitas do Filipe e da madrinha. As crianças empurraram o carrinho da Francisca. Ela não se queixou. A Joana, a Matilde e o Rodrigo juntaram-se a nós. Acenámos ao Jerónimo de Sousa e encontrámos a Margarida. Quase nos Restauradores encontrámos a Rita, que estava com a Inês e nos disse que o André, a Susana e a Madalena também lá andavam. Encontrámos a Madalena. Parámos para um gelado. A Lena e o marido juntaram-se a nós. Antes de recomeçarmos a subida, apareceram a Catarina e o filho. A Madalena foi contra um poste e feriu-se no lábio. Passou. Dividimos farturas e voltámos para casa.

25 de Abril

É muito difíicil explicar o que é uma revolução a crianças. É muito difícil explicar o que é o 25 de Abril. Não poder escrever tudo o que se pensa? Pedir licença ao marido para viajar? Existirem diferenças sociais tão grandes que Portugal mais parecia a Idade Média? Um mundo em Lisboa, da arte moderna, dos futuristas e ricos em geral e no resto do país, pobre, sem cultura, sem informação? É difícil explicar que existiu um mundo em se podia dizer se uma pessoa era da cidade ou do campo apenas pela maneira como se vestia. E quanto mais difícil é de explicar, mais percebemos porque é que importante celebrá-lo. Sobre os 25 motivos para celebrar abril já disse o que me parecia bom e não tenho grande coisa a acrescentar. Apenas dizer a democracia quando nasce é para todos. E por isso mesmo hoje vou descer a avenida da Liberdade com a minha família.

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