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Quem sai aos seus

Para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Para aqueles dias em que uma pessoa pensa que Portugal é o pior país do mundo

Recomendo vivamente a leitura desta notícia do jornal catalão El Periódio: O caso dos mossos depilados. Para resumir uma história complexa, seis mossos de esquadra (a polícia municipal da Catalunha) são suspeitos de terem morto um empresário num bairro da zona histórica de Barcelona, o Raval, no final do ano passado. Foram chamados para fazer testes a partir dos cabelos (e zonas pilosas em geral) e averiguar a presença de substâncias tóxicas, mas foi impossível realizá-los porque quatro deles apareceram completamente... depilados. É um assunto que está a gerar polémica em Espanha (e muitas partilhas nas redes sociais), como é bom de ver. A acusação lança a pergunta mais óbvia. Um homem 100% depilado podia entender-se, mas quatro??? E há também quem diga que os exames são inúteis uma vez que seria necessário analisar cabelo com aproximadamente cinco centímetros de comprimento para saber se no fim de 2013 tinham consumido substâncias ilícitas. Tudo bastante bizarro, há que dizer, já que não se entende totalmente como não foram proibidos de cortar o cabelo se era necessário fazer estas provas. Mas, enfim, é isso: a chico-espertice não é exclusivo nacional. 

O que vão fazer à tarde?

Não sei se há por aí pessoas sem saber o que fazer com os filhos, mas hoje, às 16.00, estreia o espetáculo "Cantastórias - De Cor e Salteado", da autoria de Margarida Fonseca Santos (com orquestrações de Francisco Cardoso), no Cine-Teatro Gymnasio, na rua da Misericórida, 14, 2.º andar (quem vai do largo do cauteleiro para o Camões à esquerda), em Lisboa.

 

Não podemos ir hoje, tenho deveres profissionais a cumprir, mas no próximo (7 de junho) pretendo fazer uma pequena excursão ate lá, com a Francisca a tiracolo. É para o público pré-escolar e do 1.º ciclo, mas no primeiro espectáculo, em 2009, a Madalena ainda não tinha três anos e adorou. Acho que nestas coisas o melhor mesmo é contar com a sensatez dos pais. Se acham que os filhos se aguentam à bomboca, nada como experimentar (são 7,5 euros cada entrada).

 

Estou a falar disto porque me pediram mas totalmente à vontade, porque guardei o mail com a data de estreia do espetáculo a pensar em ir ver. Reparei entretanto que estava a trabalhar e abri finalmente o mail à procura de outras datas. Qual não é o meu espanto quando vejo que começa com um "olá, Lina" e não se tratava de um dos mil press releases que recebo todos os dias. Sou muito sensível às pessoas que me tratam pelo nome. A pessoa escrevia sobre o espectáculo, dava mais detalhes e respondi-lhe a contar que já ia escrever sobre o assunto. E ia.

 

Não porque seja uma foca amestrada que carrega o blogue de informação que nem sabe do que se trata, mas porque sei que estes espectáculos têm cabeça-tronco-e-membros. por que estou a melgar as pessoas que aqui passam, algumas ao engano, com isto? Porque acho bem que saibam quando estou a escrever sobre coisas que não saem exclusivamente da minha cabeça só porque sou genial. Podia ser, é certo, e ai de quem diga o contrário. Mas não é o caso. Portanto, e para recapitular e ir à chicha:

 

"Cantastórias - De Cor e Salteado" é um espectáculo musical para miúdos a partir dos três anos que se veem perante um dilema: o que é mais importante? Música, matemática, língua portuguesa... A autora é a Margarida Fonseca Santos, cujo nome já vimos em livros infantis e é o cérebro atrás do blogue Histórias em 77 Palavras.

 

Há mais três oportunidades, em Lisboa: 7 de junho ('tamos lá!), 4 de outubro (dia de anos da Chica! Eh eh) e 6 de dezembro. Sempre ao sábado, sempre às 16.00 (estou a citá-la, Ana).

 

A outra boa notícia é que o mesmo espectáculo vai passar por Olhão, Maia e Aveiro (porque as cenas fixes não acontecem só na capital).  

 

 

Num elevador como uma rainha

fotografia.JPG


O meu trabalho tem coisas muito boas e uma delas, a principal, talvez, é a oportunidade de ver, fazer, experimentar coisas que, de outro modo, nos passariam ao lado. Tenho esta sensação muitas vezes. A última, há uma semana, no Palácio Nacional da Ajuda, por causa desta coisa que mal se percebe na foto mas que é um elevador construído, e usado, no tempo de Maria Pia, forrado a madeira, alcatifado e até com um banco de veludo à volta. Está fechado ao público habitualmente e é por isso uma grande sorte ter andado nele. Tal como é sorte ter andado pelas oficinas da Ajuda, que são, na verdade, as zonas de serviço do palácio. Cozinhas, copas, lavandarias, que estão desativadas porque quando isto se tornou museu achava-se que estas zonas não teriam interesse. Grande lol. Quanto ao elevador, é mesmo uma pedra de decoração. Mas é um elevador.

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