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Quem sai aos seus

Para a Madalena, para a Teresa e para a Francisca.

Porque nunca é demais dizer isto

Obrigada a todos os que nos enviaram sms no dia do nascimento da Teresa e aos que todos os dias nos perguntam como é que ela anda. Não tenho respondido a toda a gente e peço desculpa por isso (às vezes não posso e acaba por me passar), mas aqui fica o meu (sinceríssimo) agradecimento.

 

Esta noite tiraram-lhe a ventilação. Está a respirar sozinha e agora precisamos de esperar algumas horas para ver como é que ela reage.

 

Até já.

Desfralde

A Madalena acha agora que fraldas são coisa de bebé e ontem à noite não quis usar para dormir. Correu tudo bem. Acordou às 04.00, fez chichi e aguentou-se até às 09.00. Ah, orgulho!

Teresa (ii)

Hoje tiraram o dreno à Teresa. 
Estou a passar a mão pela testa em sinal de alívio.
A nossa menina ultrapassou o primeiro obstáculo.

 

Portanto, estou em condições de gozar comigo própria.
Entrei na Caixa dos Jornalistas e disse:

- Vim tratar da licença de maternidade.

Resposta da senhora:

- Isso é só quando nascer o bebé.

 

Não, não estou de rastos. Ainda.

Teresa

Nasceu às 16.15 de sábado, dia 31, com 3.685 Kg (é a maior dos 10 bisnetos da minha avó), carequinha e com muito boas cores. É linda, cheirosa e tão parecida com a mana que até faz impressão.

 

 

Tão parecida, tão parecida que, infelizmente, mais uma vez aqui estamos nós em casa e a nossa filha, recém-nascida e tão frágil, ficou no hospital, exactamente no mesmo sítio onde a irmã passou os primeiros 15 dias de vida. "É a incubadora de família", dizia uma das enfermeiras que conhecemos há dois anos e meio. "Quando aqui cheguei tentei encontrar outra, mas olhei à volta e só estava esta disponível", justificava-se a médica, a mesma que viu a Madalena naquela sexta-feira de manhã. Mas, pronto, podíamos ter azar e ter duas filhas que nascessem com problemas, ainda que diferentes. Mas não. As duas começaram exactamente com o mesmo: um pneumotorax. A diferença é que a Madalena evoluiu para pior, a Teresa estabilizou e estão a conseguir drenar-lhe o pulmão. Mas nestas coisas é sempre melhor ir com cautela. Os recém-nascidos são bombas-relógio. E eu só acredito quando a tiver ao pé de nós, que é onde ela deve estar.

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